tengo...lengo...tengo...
Notas de um gigante cão vermelho.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Capítulo primeiro
Sentado na anti-penúltima cadeira da sala A1 do ccsa, ao meu redor olhei. Buscava despretensiosamente algo que prendesse a atenção. E no percurso do meu olhar, surge uma mulher, a qual, durante alguns minutos prenderia, absorveria cada minuto do meu pensamento. Quando olho na direção da porta da esquerda, avisto uma menina adentrando a sala impondo timidamente alguns passos e fixando-se a minha frente a uns dez passos. Pela aparência e seu jeito acanhado, era, sem dúvida, caloura. Apesar de tamanha exposição aos alunos da sala, demostrava, esta pronta pra rebater quaisquer questionamento, que lhe fora feito.
Era noite de verão. Em oposição ao calor excessivo, usava uma calça jeans apertada, fazendo um contorno perfeito nas suas coxas. A curva de sua cintura me fez facilmente cambalear. Em seus ombros, os cachinhos dourados, oscilavam facilmente com a menor das brisas. Foi nesse instante que a curiosidade sucedeu a minha admiração. Num impulso, levantei, vi que ela levava em suas mãos, panfletos. Fui até lá. Quando me aproximei, ela inclinou o rosto na minha direção, nesse momento estendi meu braço à espera de um panfleto. Nesse instante ela me olha pela primeira vez com seu olhar de princesa, eu ainda roubei um sorriso dela, que foi só meu. De repente nosso encontro já tinha terminado. Afastei-me dela indo em direção à cadeira onde eu estava. Sentado, parado diante dela respirei fundo, e pensei: "acabo de sentir algo tão extraordinário, da qual, nunca tinha experimentado".
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dan Stulbach, muito puto com a seleção brasileira.
Ainda bem, a seleção brasileira não soube `bater´ as penalidades. Afinal aquilo que é marcado quando ocorre uma falta na grande área ou quando uma partida decisiva termina empatada, as grandes penalidades, tem o artigo no feminino. E Como diz Capiba e o bom senso da maioria das pessoas de que vus falo, em mulher não se bate nem com uma flor, quanto mais com chuteiras.
domingo, 17 de julho de 2011
Amizade, anos 90.
Com a massificação das redes sociais, alguns costumes estão sendo colocados de lado.
Tipo, ir na casa do seu amigo, sem saber se ele esta lá.
Bater palmas no portão e fala com a mae dele.
-Fulaninho ta?
-Ta sim. Ele acabou de entrar no banho e ele demora muito, sabe?!
-Sei.
Ficar conversando sentado na calçada, vendo as pessoas passarem na rua e ficar jogando conversa fora. Falar de tudo, de atracamento de navio à reprodução da mitocôndria.
E prolongar o papo com mais um copo de água, bem gelada.
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